Opiniões e testemunhos

“Por muitos anos tive contato com o Aikido somente por livros e vídeos. Um dia decidi começar, no Brasil. Quase por acaso, vim a praticar Aikido (…) durante um curto período em que fiquei em Portugal a estudo, e foi ali que o Aikido realmente fez sentido para mim. (…) De fato o Aikido é uma arte de paz. No Dojo Ishin Denshin, de Coimbra, aprendi que a conduta disciplinada é essencial para o convívio entre as pessoas. E, além de tudo, ficou muito mais claro que o Aikido não se encerra nos limites do tatame, mas se irradia para todos os momentos e situações da vida.”

Gustavo d’Andrea

“No início, quando começamos, os movimentos, as técnicas e os nomes parecem difíceis de decorar e executar, no entanto com a prática (…) tudo começa a encaixar. A prática desta arte marcial, não tem a ver apenas com defessa pessoal, para mim, está intimamente relacionada com a procura interior de um equilíbrio e harmonia que vai muito além do dojo, é uma aprendizagem constante, onde tudo faz sentido. Ver uma aula não é suficiente, é preciso experimentar e sentir.”

Nuno Almeida

“O equilíbrio (…) e a suavidade (…) são duas particularidades que me fizeram apaixonar pelo Aikido. Assisti a um treino e na semana seguinte comecei. O dojo reflecte esse mesmo equilíbrio, ordem e disciplina inerentes à arte e é impossível quem lá treina ficar indiferente e se sentir alheio a esta harmonia. A adaptação aos treinos é relativamente fácil. O professor e os mais graduados ajudam os mais novos e respeitam as suas limitações e dificuldades. No entanto, uma característica interessante no Aikido, é o facto de nos apercebermos das barreiras e nós próprios sentimos uma vontade enorme de as transpormos, aperfeiçoando-nos. (…) Quando comecei não conseguia fazer um único rolamento, tinha medo de o fazer. Desde que tomei contacto com a prática que soube que seria uma das maiores dificuldades para mim. Ao fim de três semanas consegui vencer este medo. (…) Enfim, tem sido uma experiência muito positiva.”

Ana Pinto

“Das diversas escolas de Aikido que conheço este é aquele que me preenche, onde as técnicas se fazem por um motivo e com um objectivo. Não vejo no Aikido do Sensei Tamura (…) um conjunto de técnicas coreografadas ou grandes movimentos. Vejo, por outro lado, uma arte marcial (…) com um grau de eficácia extraordinário, vejo simplicidade, vejo objectividade e vejo, acima de tudo, o efeito que teve em mim.”

Nuno Ribeiro

“Gosto muito de praticar e cada vez vou gostando mais do Aikido, é muito interessante devido ao facto de adquirirmos uma nova filosofia de vida em que desenvolvemos a capacidade de contornar melhor as nossas barreiras mentais.”

João Sousa

“O Aikido não é apenas uma atividade para o corpo, é acima de tudo um exercício para a mente. Aprendemos a resolver os problemas com simplicidade, encontramos a tranquilidade durante os conflitos e procuramos ultrapassar os nossos próprios limites. O Aikido é a mais bela maneira de encontrar a harmonia.”

Manuela Hermes

“Foi através da musculação, que aos meus 34 anos, iniciei a prática de desporto regular (…). Após 4 anos de treino, senti que necessitava de algo que fosse além de um treinamento de força e resistência, de um fortalecimento do corpo (…) de melhorar em termos de coordenação,  elasticidade, postura, tranquilidade, etc… Como sempre tive vontade de praticar uma arte marcial, decidi dar o primeiro passo, e comecei pesquisar. Deparei-me na minha pesquisa com (…) o Aikido. Depois do primeiro treino, descobri que apesar de todas as dificuldades, no meio de toda aquela calma aparentemente fácil de todos os mais graduados, há uma luta constante dentro de cada um de nós, não para superar o outro, mas para nos superarmos a nós próprios, em cada técnica executada, a cada queda, em cada treino! Tenho um logo e árduo caminho pela frente, mas sei que esta minha busca terminou!”

Jesus Baptista

“A ausência da força, o constante equilíbrio e a delicadeza com que tudo é feito são algumas das características que destacam o Aikido das outras artes marciais. O Aikido não se trata apenas de saber lutar, trata-se também de encontrar a nossa própria descontração e  harmonia perante os conflitos, e saber utilizá-la em qualquer situação. Muito facilmente se apaixona por esta arte marcial.”
Mariana Tavares